Mata meu desejo
de ver-te
Mata minha sede
de ter-te
Veste minha pele
com a tua
Faz-me bailarina
nua
Sela tua boca
na minha
Pega. Esfrega. Aninha.
E se ao final, cansada, eu adormecer
de ver-te
Mata minha sede
de ter-te
Veste minha pele
com a tua
Faz-me bailarina
nua
Sela tua boca
na minha
Pega. Esfrega. Aninha.
E se ao final, cansada, eu adormecer
entra nos meus sonhos
e faz-me tua
até o sol nascer
e faz-me tua
até o sol nascer
Pintura: Embrace, de Egon Schiele (1917) Clique aqui para ver o vídeo

8 comentários:
Lindo, Livia. Adorei. beijos, gi
Querida Lívia, que bom vê-la em ativa poesia! A paixão não precisa de muitas palavras - seu poeminha direto ficou ótimo. Ah, passa lá no blog do Jorge Pasin, no Globoonliners - está muuuito legal > anote aí: http://www.globoonliners.com.br/icox.php?mdl=pagina&op=listar&usuario=1640
Lindo poema Livia, parabéns.
Abs, Enrique
Liu,
Quanto mais eu leio o que você escreve, mais me identifico com sua escrita e mais admiro seu talento!
ADOREI!
Beijos,
Lu
lindo, lindo, lindo...
Liu,
Romântico até não poder mais.
Tem cura isso? (rs)
Beijos amiga,
Deo
Oi, Lívia! Passei por aqui.
Que bom que vc gostou do recital da Casa das Rosas. Obrigada!Você encontra o meu livro Geografia Íntima do Deserto na Martins Fontes, na Livraria Cultura e também pela internet.
Gostei muito de seus poemas.
bjs!
oie!
tú escreveu alguma vez um texto de nome ''Trajetória do Silêcio'' ??
se sim, parabéns sensacioanal....
abçs
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